sábado, 12 de abril de 2014
terça-feira, 10 de abril de 2012
Cristo!
Cristo!
Que a fé
Possa acender
O candelabro da entrada,
E que a luz da paz
Possa iluminar
Todos os teus dias,
Como água
Regando teus sonhos
Nas bênçãos
Do santo Cristo!
Santaroza
Que a fé
Possa acender
O candelabro da entrada,
E que a luz da paz
Possa iluminar
Todos os teus dias,
Como água
Regando teus sonhos
Nas bênçãos
Do santo Cristo!
Santaroza
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Tardes!
Tarde!
Quero perfume de mato,
E gosto de maça,
Num beijo de morango,
Que adoce essa tarde!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Pra Sorrir!
Pra Sorrir!
Renasço a toda hora,
Quando logo após o tropeço,
Encontro uma abraço, um sorriso,
Ai sei que Deus esta por perto!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ao vento!
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Chove!
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Beijo!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Que!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Amor!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Olhos teus!

Olhos teus!
No vasto lago de teus olhos
Mergulho minha sede de ternura
Na vontade louca de na profundeza
De teus vales encontra solo fértil
Onde possa semear meu amor!
Já que de teu peito tenho a seiva
Que me lava a alma em deleite
Cavalgando comigo ás estrelas
Colorindo-me a vida de dourado
Nas praias doces de teu ventre!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Amanhecer!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Volta!
Volta!
Amada minha que distante se vai nas horas,
Alaga-me o peito, já, de saudades infindas,
Desejoso que me encontro de ter em mim,
Teus contornos ofegantes atrelados ao meu.
Ouve meu chamado de coração partido,
E retorna breve antes que eu me renda,
Ao vulto da solidão que me apavora,
Posto que não sinto mais o perfume teu.
Ainda que o lençol ainda pareça te vestir,
Os cetins da cama encontram-se já frios,
Saudosos também de tua cantilena,
Quando nas noites nosso amor explode.
Santaroza
Amada minha que distante se vai nas horas,
Alaga-me o peito, já, de saudades infindas,
Desejoso que me encontro de ter em mim,
Teus contornos ofegantes atrelados ao meu.
Ouve meu chamado de coração partido,
E retorna breve antes que eu me renda,
Ao vulto da solidão que me apavora,
Posto que não sinto mais o perfume teu.
Ainda que o lençol ainda pareça te vestir,
Os cetins da cama encontram-se já frios,
Saudosos também de tua cantilena,
Quando nas noites nosso amor explode.
Santaroza
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Deserto!

Deserto!
Anjos do vento
Me tocam a face.
Pelas narinas
Me entram o mar.
Sinto gosto de sal
No beijo da brisa.
Vejo gaivotas brancas
Já bem perto do sol.
Meus rastros na areia
Não têm direção.
São passos sem passos
De meu coração.
Prenuncio de noite
Raiar de luar.
Varanda vazia
Rede sem dono.
Lampião apagado
Coração em deserto.
Santaroza
Anjos do vento
Me tocam a face.
Pelas narinas
Me entram o mar.
Sinto gosto de sal
No beijo da brisa.
Vejo gaivotas brancas
Já bem perto do sol.
Meus rastros na areia
Não têm direção.
São passos sem passos
De meu coração.
Prenuncio de noite
Raiar de luar.
Varanda vazia
Rede sem dono.
Lampião apagado
Coração em deserto.
Santaroza
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Nós!

Nós!
Não há ponto obscuro
Não há nada escondido
Somos elos de nós.
O vento e a folha
O papel e o poema
Somos nosso tema.
A canoa e o remo
A água e o barrando
E flor e a flora.
O desejo e o tesão
O sonho e o sono
A estrela e o luar.
A taça e a champanhe
O vinho e a lareira
O lençol e o travesseiro.
A musica e o pensamento
O beijo e a saliva
O baralho e o jogador!
Santaroza
Não há ponto obscuro
Não há nada escondido
Somos elos de nós.
O vento e a folha
O papel e o poema
Somos nosso tema.
A canoa e o remo
A água e o barrando
E flor e a flora.
O desejo e o tesão
O sonho e o sono
A estrela e o luar.
A taça e a champanhe
O vinho e a lareira
O lençol e o travesseiro.
A musica e o pensamento
O beijo e a saliva
O baralho e o jogador!
Santaroza
terça-feira, 6 de abril de 2010
Tarde!
Tarde!
Já era tarde eu acho,
O sono já se deitava em mim,
Você prometera... Mas com a chuva...
Não veio... Não viria...
Incomodava-me o telefone mudo,
A lareira ainda acesa,
As almofadas no chão da sala,
Um filme na tela grande,
E o vinho quase sem gelo,
Acho que já é tarde!
Santaroza
Já era tarde eu acho,
O sono já se deitava em mim,
Você prometera... Mas com a chuva...
Não veio... Não viria...
Incomodava-me o telefone mudo,
A lareira ainda acesa,
As almofadas no chão da sala,
Um filme na tela grande,
E o vinho quase sem gelo,
Acho que já é tarde!
Santaroza
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Paixão!
Paixão!
Sinto assim um cheiro de mar,
Um verso leve a rimar,
Basta eu pensar pra viajar,
E no horizonte te encontrar,
São as razões do coração,
Muitas certas, outras não,
Seja outono ou verão,
Isso se chama paixão,
É um sentimento incontido,
Às vezes amargo e dolorido,
É como se estivesse ferido,
Em mim uma flecha de cupido,
É dor que dói por prazer,
Não há o que se fazer,
É tão gostoso te querer,
És parte de meu viver!
Santaroza
Sinto assim um cheiro de mar,
Um verso leve a rimar,
Basta eu pensar pra viajar,
E no horizonte te encontrar,
São as razões do coração,
Muitas certas, outras não,
Seja outono ou verão,
Isso se chama paixão,
É um sentimento incontido,
Às vezes amargo e dolorido,
É como se estivesse ferido,
Em mim uma flecha de cupido,
É dor que dói por prazer,
Não há o que se fazer,
É tão gostoso te querer,
És parte de meu viver!
Santaroza
quinta-feira, 18 de março de 2010
Além do peito!
Além do peito!
Ama-me além do seu peito,
Como o pássaro que canta,
Ama-me sem nenhum respeito,
Põem pra fora e me encanta.
Negue se for preciso,
Esconda se for necessário,
Mas entre as paredes e o piso,
Faça de mim seu berçário.
Ama-me em liberdade,
Como se fora andorinha,
Sem nenhuma castidade,
Apenas querendo ser minha.
Declara se for verdade,
Proclama se for de seu gosto,
Sinta-se sempre á vontade,
Para espelhar-me em seu rosto.
Lembre-se só de me amar,
Mesmo que possas mentir,
Sem amor minha vida é mar,
E meu barco pode partir!
Santaroza
Ama-me além do seu peito,
Como o pássaro que canta,
Ama-me sem nenhum respeito,
Põem pra fora e me encanta.
Negue se for preciso,
Esconda se for necessário,
Mas entre as paredes e o piso,
Faça de mim seu berçário.
Ama-me em liberdade,
Como se fora andorinha,
Sem nenhuma castidade,
Apenas querendo ser minha.
Declara se for verdade,
Proclama se for de seu gosto,
Sinta-se sempre á vontade,
Para espelhar-me em seu rosto.
Lembre-se só de me amar,
Mesmo que possas mentir,
Sem amor minha vida é mar,
E meu barco pode partir!
Santaroza
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